Petrópolis: Defesa Civil já contabiliza 100 mortos e número pode aumentar nas próximas horas

 Segundo o Corpo de Bombeiros, pelo menos 24 pessoas foram resgatadas com vida; não há número oficial de desaparecidos

Até o momento, são 372 desabrigados ou desalojados, 89 áreas atingidas, 26 deslizamentos e mais de 180 moradores de áreas de risco acolhidos nas escolas
Até o momento, são 372 desabrigados ou desalojados, 89 áreas atingidas, 26 deslizamentos e mais de 180 moradores de áreas de risco acolhidos nas escolas                                                       

O número de mortos após o temporal que atingiu Petrópolis, na região Serrana do Rio, na última terça-feira (15), foi atualizado para 104 na manhã desta quinta-feira (17), segundo informações da Defesa Civil estadual. A estimativa é de que o número cresça ainda mais em razão das pessoas soterradas que ainda não foram encontradas em vários pontos da cidade.

A Polícia Civil informou que está trabalhando para agilizar o reconhecimento e a liberação de corpos no Instituto Médico Legal (IML) da cidade. 

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, pelo menos 24 pessoas foram resgatadas com vida. Ainda não há número oficial de desaparecidos. O Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) divulgou uma lista com nomes de 30 pessoas desaparecidas.

Até o momento, são 372 desabrigados ou desalojados, 89 áreas atingidas, 26 deslizamentos e mais de 180 moradores de áreas de risco acolhidos nas escolas, segundo a Prefeitura de Petrópolis. O município decretou estado de calamidade pública desde a última quarta-feira (16). 


Outros desastres como esse já ocorreram na serra fluminense. Em 1988, foram 134 mortos em Petrópolis. Em 2011, 918 pessoas morreram e outras dezenas desapareceram na região serrana, principalmente em Nova Friburgo e Teresópolis.

No entanto, há 90 anos que Petrópolis não via uma chuva tão volumosa em 24 horas como a que foi registrada na cidade nesta semana, com um acumulado de 259 mm. Os dados são do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Nautrais (Cemaden), divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ao jornal Extra. O recorde anterior era de 168,2 mm, em 20 de agosto de 1952.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cariocão 2022: Flamengo e Vasco se enfrentam em mais um 'Clássico dos Milhões'

Paulistão 2022: São Paulo vence Corinthians. Por falta de energia, jogo do Santos é adiado. Ponte perde em casa. Ramalhão só empata. Hoje tem Palmeiras. Confira

Câmara aprova regime de urgência do novo arcabouço fiscal com larga margem de votos

Cariocão 2022: Fluminense goleia o Resende e conquista a Taça Guanabara

Com Salles como relator, CPI do MST é aberta na Câmara dos Deputados

Carioocão 2022: Flamengo vence o Vasco no 'Clássico dos Milhões'

Roraimão 2023: nas semifinais do 2° turno, GAS, Atlético e Real disputam uma vaga na Copa do Brasil 2024

Baianão 2022: Barcelona é goleado pela Jacupa e pode sair do G4. Confira

Sul da Bahia terá primeira fábrica de chocolate da economia solidária

Cearense 2022: Caucaia e Iguatu fazem duelo visando final inédita